Soluções de gestão de frotas
Seguimento de veículosMonitorize os seus camiões, carrinhas, automóveis, reboques e ativos com o seguimento por GPS
Segurança e proteçãoProteja os seus condutores, veículos, ativos e cargas com orientação dos condutores, telemática de vídeo e apoio aos condutores
Gestão do fluxo de trabalhoAumente a produ­ti­vidade com o equipamento de navegação profis­sional, a otimização de percursos e a gestão de tarefas
Confor­midadeEvite coimas com a gestão de tacógrafo, horas dos condutores, registo e cadeia de frio
Susten­ta­bi­lidade e veículos elétricosReduza o CO2 com a condução ecológica e a otimização de EV
Manutenção e tempo de atividadeMaximize o tempo de atividade dos veículos com o Vehicle Diagnostics, o TPMS e o Plani­fi­cador de assistência para uma frota preparada para tarefas 24/7

Recomen­dação individual
Solution AdvisorDescubra a solução que mais se adequa aos seus negócios
Plataforma e aplicações
Plataforma WebfleetSolução SaaS que o liga aos seus condutores e veículos
Aplicações para dispo­si­tivos móveisUm conjunto completo de aplicações para utilizar em qualquer lugar
No veículo
Equipa­mentos de seguimento de veículosMonitorize os seus veículos e obtenha informações com a série LINK
Driver TerminalsNavegue, informe e comunique a sua operação com o Driver Terminal da série PRO
Monito­ri­zação de pneusReaja depressa e elimine o tempo de inatividade com o TPMS
Integrações
Integração com OEMEquipa­mentos instalados na fábrica pelo fabricante do veículo
Integração na empresaPor parte da Webfleet e de soluções de terceiros
Plataforma de serviços para veículos elétricosUma carteira de serviços para veículos elétricos destinada a frotas comerciais
O nosso ecossistema de parceiros
Parceiros comerciaisEncontre o seu parceiro comercial Webfleet local
Parceiros de integraçãoDescubra os nossos integra­dores de software
Parceiros OEMExplore os principais OEMs que se ligam na perfeição à nossa plataforma
Se for parceiro
Portal para parceirosAceda ao seu Portal para parceiros
Recursos de desen­vol­vi­mentoComece a desenvolver a sua API
Torne-se um parceiro
Torne parceiro comercialVender a solução líder no mercado de gestão de frotas da Europa
Torne-se parceiro de integraçãoIntegrar a solução de gestão de frotas mais inovadora da Europa
Rede de serviços para veículos elétricosIntegre as suas soluções na nossa plataforma de serviços para veículos elétricos destinada a frotas comerciais elétricas
Recursos
RecursosExplore a nossa vasta gama de documentos técnicos, estudos de caso, webinars, vídeos e muito mais
Documentos técnicosAnalise os tópicos mais relevantes e importantes para o seu setor com os nossos relatórios aprofun­dados
Estudos de casoO que é que a Webfleet pode fazer pela sua empresa? Descubra o que os nossos clientes dizem
WebinarsParticipe em sessões ao vivo em que nos reunimos com peritos do setor para explorar os tópicos mais populares e as histórias mais importantes
GlossárioToda a termi­no­logia de gestão de frotas explicada no nosso glossário abrangente

O que é a gestão de riscos de frotas?

technology transportation concepttechnology transportation concepttechnology transportation concepttechnology transportation concepttechnology transportation concepttechnology transportation concept
bridgestone fleetcarebridgestone fleetcare white

A gestão de riscos de frotas refere-se a todas as políticas, proce­di­mentos, ferramentas e compor­ta­mentos utilizados para controlar os riscos relaci­o­nados com a sua frota. Minimizar os riscos da frota assegura não só a segurança e eficiência da frota e das operações, como também ajuda a evitar multas dispen­diosas. Qualquer política padrão de gestão de riscos de frotas deve estar centrada na confor­midade e considerar os riscos físicos e regula­men­tares das frotas.

A gestão de riscos de frotas combina prevenção, monito­ri­zação, formação e melhoria contínua. Em vez de reagir a incidentes, a gestão de riscos de frotas centra-se na redução proativa da proba­bi­lidade e do impacto de acidentes, avarias, multas e danos à reputação.

Neste artigo, vamos analisar os problemas de gestão de riscos que afetam as frotas e a confor­midade das mesmas, e como a tecnologia pode ser importante na gestão de riscos de frotas.


Gestão de riscos: tipos de problemas que afetam as frotas

A gestão de riscos de frotas abrange uma vasta gama de desafios que podem afetar as operações diárias e o desempenho a longo prazo. Desde garantir a segurança dos condutores na estrada até assegurar que os veículos estão em boas condições de manutenção e cumprem os regula­mentos, os gestores de frotas têm de encontrar conti­nu­a­mente o equilíbrio entre segurança, eficiência e controlo de custos. Abaixo, pode ler sobre os riscos que afetam frequen­te­mente as frotas; estes podem ser classi­fi­cados em segurança dos condutores, manutenção da frota, segurança dos veículos e confor­midade.

Segurança dos condutores
A distração do condutor é um risco que um gestor de riscos de frotas tem de ter em consi­de­ração, pois, infeliz­mente, continua a ser uma das maiores causas de acidentes. Graças aos avanços da tecnologia, o estilo de condução distraído pode ser detetado dentro da cabina e os condutores podem ser alertados quando conduzem sem segurança. Além disso, e com a adição de uma câmara de dashboard e telemática de vídeo, os gestores de frota podem monitorizar e orientar mais eficazmente os condutores ao incen­ti­vá-los a adotarem uma condução segura, reduzindo o risco de acidentes.
Ir para o conteúdo
Manutenção de frotas
A manutenção também é um aspeto fundamental relacionado com a segurança do condutor e a eficiência da frota. A tecnologia tem ajudado os gestores de frotas a manter eficazmente os veículos através da monito­ri­zação dos dados do motor, da pressão dos pneus e da funci­o­na­lidade dos travões. Os sistemas de gestão de frotas alertam-no sobre os problemas antes de se tornarem sérios e pode programar efici­en­te­mente as tarefas de manutenção de frotas, receber informações acerca de códigos de anomalias e manter os custos reduzidos, enquanto se mitigam os riscos de segurança da frota.
Segurança dos veículos
Por trans­por­tarem cargas de valor ou por serem, eles próprios, um inves­ti­mento avultado, os veículos de frota podem ser alvo de roubo. Os ladrões procuram frequen­te­mente carrinhas e caminhões de empresas ou qualquer veículo que possa conter equipamento caro que possam revender. Para minimizar o risco de serem vítimas de roubo de veículos, os gestores devem tomar medidas para proteger os parques de estaci­o­na­mento, formar os motoristas em práticas de segurança durante o turno e instalar tecnologia dissuasora/antirroubo, como câmaras de vigilância.
Confor­midade
Os gestores de frotas são respon­sáveis por gerirem uma frota em confor­midade, indepen­den­te­mente de ser um processo bastante complicado. No entanto, os sistemas de gestão de frotas podem ajudar a simplificar a confor­midade ao gravar automa­ti­ca­mente as horas de serviço e a registar os tempos de condução por si.

Frotas em confor­midade

Para se certificar que está a operar uma frota em confor­midade, existem quatro áreas principais com prioridade elevada.

Os veículos têm de estar:

  • Adequados à finalidade
  • Inspe­ci­o­nados e mantidos regulamente
  • Equipados com sistemas de segurança
Ir para o conteúdo

Os condutores têm de:

  • Ter formação completa para utilizar a classe do veículo atribuída
  • Ter conhe­ci­mento de todas as políticas de segurança da empresa e dos regula­mentos de confor­midade
  • Estar bem de saúde ao conduzir e ter uma carta de condução válida

As operações têm de oferecer:

  • Horários de trabalho plausíveis e justos com intervalos adequados
  • Viagens pessoais e da empresa estru­tu­radas e bem planeadas para melhorar a segurança e mitigar os riscos
  • Um plano de contin­gência para variáveis impre­vi­síveis (p. ex. condições meteo­ro­ló­gicas adversas)

A gestão tem de assegurar que:

  • Todos os veículos utilizados pela e para a empresa estão devidamente documen­tados
  • Os documentos descrevem respon­sa­bi­lidade, tarefas, processos e rotinas
  • Os registos mostram a monito­ri­zação eficaz e as capacidades de análise

Por que motivo a gestão de riscos de frotas é importante?

A gestão de riscos de frotas é importante desde o ponto de vista da segurança, da atividade, da confor­midade e da gestão financeira. Em primeiro lugar, ao limitar os riscos na estrada, protege o bem-estar dos seus condutores. Com menos riscos de avarias e falhas nos veículos, mantém as operações da empresa a decorrer sem problemas. A confor­midade com os regula­mentos é assegurada através da avaliação prévia das operações e da adoção de medidas de segurança relevantes. Com menos acidentes, sinistros e reparações, também reduz os custos da empresa.

Se os gestores de frotas não gerirem os riscos de forma proativa, podem ocorrer várias consequências negativas para os funci­o­nários, os ativos da empresa e a própria empresa. Sem nenhuma avaliação de risco, os condutores têm maior proba­bi­lidade de estarem envolvidos em acidentes ou incidentes. Além disso, um histórico de incidentes rodoviários leva a prémios de seguro mais elevados, para não falar de reparações dispen­diosas de veículos ou mesmo de perda total de veículos. As infrações de confor­midade também podem provocar sanções financeiras ou, em casos mais graves, questões legais. O tempo de inatividade causado por riscos não geridos pode resultar em entregas atrasadas, perda de receitas e clientes insatis­feitos. Se os incidentes vierem a ser divulgados, a reputação da marca pode ficar prejudicada.

Estratégias para a gestão de riscos de frotas

Existem quatro tipos principais de gestão de riscos de frotas. Pode selecionar uma estratégia com base na viabilidade e na adequação ao risco em questão. Seguir as estratégias de gestão de riscos de frotas é uma abordagem organizada e rigorosa para salva­guardar as suas operações, o que significa que tem menos proba­bi­lidade de ignorar potenciais perigos para os seus veículos e condutores.

  1. Prevenção: não realizar a atividade que envolve um risco. Esta é a estratégia de gestão de riscos mais rigorosa, uma vez que impede a realização da tarefa ou viagem inici­al­mente planeada. Por exemplo, cancelar percursos em condições meteo­ro­ló­gicas exigentes que tornem a condução perigosa.
  2. Redução: tomar medidas para reduzir a proba­bi­lidade ou o impacto do risco. Isto significa modificar a atividade origi­nal­mente planeada para ter um maior controlo sobre o resultado. A utilização da telemática é um exemplo de redução de riscos: as operações avançam, mas com uma monito­ri­zação cuidadosa de fatores como as condições do veículo e o estilo de condução para minimizar as hipóteses de acidentes.
  3. Trans­fe­rência: transferir o risco para um terceiro especi­a­lizado. Transferir a gestão e os custos associados a potenciais problemas para uma empresa externa evita despesas inesperadas à frota. As frotas podem transferir o risco através da contratação de seguros para os veículos e da exter­na­li­zação das reparações.
  4. Aceitação: aceitar riscos de baixo nível que são difíceis de controlar. Os gestores de frotas não conseguem prever nem evitar todos os incidentes que possam ocorrer durante cada dia de trabalho. Mas isso não significa que devam deixar de gerir os seus negócios. Riscos como o desgaste normal ou os atrasos no trânsito fazem simples­mente parte das operações das frotas.

Solução de gestão de riscos de frotas

Lembre-se de verificar sempre os regula­mentos locais para manter a confor­midade e estar sempre a par das normas e regula­mentos. Está interessado numa solução de gestão de frotas que ajuda a mitigar os risos e a otimizar a frota? A Webfleet analisa os dados da sua frota para que possa tomar decisões informadas de forma a gerir os riscos da frota efici­en­te­mente, permanecer em confor­midade e melhorar a segurança do condutor.

Perguntas frequentes

Quais são os cinco passos da gestão de riscos?

0
Ir para o conteúdo

Os cinco passos para uma gestão de riscos eficaz, amplamente utilizados em contextos de segurança, operações e logística, são:

  1. Identificar os perigos.
  2. Avaliar os riscos. (Qual é a proba­bi­lidade de ocorrerem? Qual é a gravidade do seu impacto?)
  3. Mitigar os riscos.
  4. Implementar os controlos.
  5. Monitorar e analisar.

Estes passos levam-no de uma situação em que desconhece os riscos e não dispõe de um plano de segurança, para a adoção de medidas específicas destinadas a reduzir o risco e à verificação regular da eficácia das suas estratégias.

Quais são os quatro P da gestão de riscos?

0
Ir para o conteúdo

Os quatro P da gestão de risco ajudam a identificar metodi­ca­mente todos os riscos associados a uma operação. No contexto da gestão de frotas, estes elementos podem ser entendidos como:

  1. Pessoas: riscos que afetam funci­o­nários/condutores.
  2. Instalações (Premises): riscos relaci­o­nados com destinos, armazéns e instalações.
  3. Processos: riscos dentro de fluxos de trabalho ou proce­di­mentos.
  4. Propriedade: riscos inerentes a veículos, equipa­mentos, bens e ativos.

Após registar todos estes riscos, deve avaliar a sua proba­bi­lidade e gravidade antes de decidir como lidar com cada um deles, com base nas quatro estratégias de gestão de riscos acima referidas.

Quais são as cinco perguntas em gestão de riscos?

0
Ir para o conteúdo

As cinco perguntas foram concebidas para o orientar através de uma análise de risco. Antes de iniciar qualquer nova atividade empresarial, os gestores de frotas devem pergun­tar-se:

  1. O que poderá correr mal?
  2. Por que razão poderá acontecer?
  3. Onde é provável que ocorra?
  4. Quando poderá ocorrer?
  5. Quem poderá ser afetado?

Após responder a estas perguntas da forma mais completa possível, o próximo passo é trans­for­má-las num plano de gestão de riscos estruturado: avaliar os riscos, definir uma resposta para cada um, estabelecer controlos e acompa­nhá-los ao longo do tempo.

Quais são os quatro C da gestão de riscos?

0
Ir para o conteúdo

Os quatro C constituem uma lista de verificação simples e fácil de memorizar, destinada a tornar a gestão de riscos centrada nas pessoas e eficaz, garantindo que todos compreendem, partilham e apoiam as medidas necessárias para reduzir o risco. Os quatro C devem ser consi­de­rados quando um risco for identi­ficado.

  1. Controlo: aplicar medidas para limitar o risco.
  2. Comunicação: garantir que todos os colegas estão conscientes do risco, como mitigá-lo e do que significa para o seu trabalho.
  3. Coordenação: alinhar pessoas, processos e ações para que o risco seja gerido de forma eficaz.
  4. Cooperação: certi­fi­que-se de que este plano de segurança é conhecido, compre­endido e aplicado por todos os membros da equipa.


O seu consen­ti­mento é necessário

Nesta secção, o conteúdo externo está a ser integrado a partir do .

Para apresentar o conteúdo, o seu consen­ti­mento é necessário para as seguintes categorias de cookies:

  • Publicidade direcionada
  • Análise e perso­na­li­zação
  • Essencial

Para detalhes adicionais, consulte a nossa Política de Privacidade. Se estiver interessado em saber como o ###vendor_name### trata os seus dados, consulte a sua Política de Privacidade.